segunda-feira, 25 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O preço da amazônia
Se alguém ainda tinha alguma dúvida de que uma floresta em pé vale muito mais do que derrubada, agora já se tem a prova científica. Estudo realizado por José Mota, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada revela que só o valor da água no subsolo da Amazônia está avaliado em 1,9 quatrilhão de dólares. E se não há árvores, a água não fica estocada no subsolo e não é possível fazer o sequestro de carbono, que vale 379 bilhões de dólares. As reservas de petróleo, ferro, alumínio e manganês valem 12 bilhões de dólares. Para se ter uma ideia de como cada ser, por mais minúsculo que seja, dentro dessa cadeia de biodiversidade, vale ouro, saiba que apenas um grama do veneno retirado da aranha marrom para produzir medicamentos é estimado em 24 mil dólares.
Se o Brasil deixar que alguns poucos gananciosos, querendo explorar apenas madeira, soja e gado devastem esse patrimônio, estará cometendo uma estupidez. A economia do futuro será de quem tem água e biodiversidade. Mas não é fácil conter o avanço dos que preferem pôr a floresta abaixo. Estudos como este demonstram que as autoridades precisam agir. E rápido.
Se o Brasil deixar que alguns poucos gananciosos, querendo explorar apenas madeira, soja e gado devastem esse patrimônio, estará cometendo uma estupidez. A economia do futuro será de quem tem água e biodiversidade. Mas não é fácil conter o avanço dos que preferem pôr a floresta abaixo. Estudos como este demonstram que as autoridades precisam agir. E rápido.
terça-feira, 19 de julho de 2011
Crianças que frequentam a pré-escola podem ter melhores empregos no futuro
Pesquisa feita ao longo de 25 anos comparou o sucesso de 1,4 mil americanos.
A Educação Infantil sempre foi um desafio para governos e famílias. Enquanto o poder público historicamente destinou menos recursos para essa forma de ensino, tida como secundária e opcional, as famílias, muitas vezes, encaram as escolinhas como um simples passatempo para os filhos.
No entanto, uma pesquisa destacada pela revista Science no mês passado mostra que a educação dos pequenos está longe de ser brincadeira. Depois de acompanhar, por 25 anos, cerca de 1,4 mil americanos nascidos em bairros de baixa renda, pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, descobriram que ter contato desde cedo com um ambiente escolar de qualidade pode ter imensos impactos positivos na saúde, na qualidade de vida e no mercado de trabalho, entre outros aspectos.
Os alunos acompanhados pelos cientistas foram divididos em dois grupos: os que frequentaram a pré-escola aos quatro ou cinco anos, e os que ingressaram diretamente no Ensino Fundamental, aos seis.
– Na ocasião, entre 1985 e 1986, escolhemos participantes com uma boa aptidão escolar. Aqueles que frequentaram o jardim de infância tiveram um efeito em grande escala em um conjunto amplo de aspectos socioculturais e de saúde até a vida adulta. Isso aconteceu não apenas porque as crianças tiveram acesso à pré-escola, mas porque frequentaram programas de alta qualidade, com atividades muito além das tradicionalmente ligadas ao jardim de infância, como brincar – conta Arthur Reynolds, líder do estudo.
Para acompanhar durante duas décadas e meia as milhares de crianças – que no fim do estudo já eram adultos com seus próprios filhos –, os pesquisadores tiveram a ajuda de uma ampla rede de instituições públicas. Embora todos os participantes residissem em bairros de baixa renda quando começaram a ser acompanhados, nem todos eram considerados pobres, segundo a definição do governo dos EUA.
– Isso nos permitiu perceber que os mais desfavorecidos economicamente colhem mais benefícios da Educação Infantil do que os menos desfavorecidos. Se a educação pré-escolar produziu efeitos positivos num dos maiores sistemas educacionais do mundo, isso pode ser reproduzido em praticamente qualquer lugar. Com recursos e envolvimento dos pais, esse é um excelente exemplo a se seguir – afirma o pesquisador, para quem o estudo pode estimular investimentos na educação dos mais pequenos em lugares onde isso ainda não é uma realidade – completa.
FONTE:MEU FILHO ZH
A Educação Infantil sempre foi um desafio para governos e famílias. Enquanto o poder público historicamente destinou menos recursos para essa forma de ensino, tida como secundária e opcional, as famílias, muitas vezes, encaram as escolinhas como um simples passatempo para os filhos.
No entanto, uma pesquisa destacada pela revista Science no mês passado mostra que a educação dos pequenos está longe de ser brincadeira. Depois de acompanhar, por 25 anos, cerca de 1,4 mil americanos nascidos em bairros de baixa renda, pesquisadores da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, descobriram que ter contato desde cedo com um ambiente escolar de qualidade pode ter imensos impactos positivos na saúde, na qualidade de vida e no mercado de trabalho, entre outros aspectos.
Os alunos acompanhados pelos cientistas foram divididos em dois grupos: os que frequentaram a pré-escola aos quatro ou cinco anos, e os que ingressaram diretamente no Ensino Fundamental, aos seis.
– Na ocasião, entre 1985 e 1986, escolhemos participantes com uma boa aptidão escolar. Aqueles que frequentaram o jardim de infância tiveram um efeito em grande escala em um conjunto amplo de aspectos socioculturais e de saúde até a vida adulta. Isso aconteceu não apenas porque as crianças tiveram acesso à pré-escola, mas porque frequentaram programas de alta qualidade, com atividades muito além das tradicionalmente ligadas ao jardim de infância, como brincar – conta Arthur Reynolds, líder do estudo.
Para acompanhar durante duas décadas e meia as milhares de crianças – que no fim do estudo já eram adultos com seus próprios filhos –, os pesquisadores tiveram a ajuda de uma ampla rede de instituições públicas. Embora todos os participantes residissem em bairros de baixa renda quando começaram a ser acompanhados, nem todos eram considerados pobres, segundo a definição do governo dos EUA.
– Isso nos permitiu perceber que os mais desfavorecidos economicamente colhem mais benefícios da Educação Infantil do que os menos desfavorecidos. Se a educação pré-escolar produziu efeitos positivos num dos maiores sistemas educacionais do mundo, isso pode ser reproduzido em praticamente qualquer lugar. Com recursos e envolvimento dos pais, esse é um excelente exemplo a se seguir – afirma o pesquisador, para quem o estudo pode estimular investimentos na educação dos mais pequenos em lugares onde isso ainda não é uma realidade – completa.
FONTE:MEU FILHO ZH
Dia internacional do futebol
Pode faltar tudo neste país, menos a emoção da bola rolando nos estádios. O futebol, que hoje é um dos esportes mais populares do mundo, nasceu na Inglaterra em 1863, e logo chegou ao Brasil, em 1894, pelas mãos do paulistano Charles Miller. Chegou elitista, racista e excludente. Era um esporte de brancos, de ricos, praticado em clubes fechados ou em colégios seletos. Mas não demorou para que caísse no gosto popular, misturando o gingado do negro à força do branco. Está formado aí o nosso futebol, responsável pelo reconhecimento do Brasil no exterior, e que tanta alegria e satisfação proporciona aos brasileiros "pentacampeões".
Reposição das aulas
As aulas serão repostas em julho e a intenção é de que até 30 de dezembro se consiga encerrar os 200 dias do ano letivo.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
VOLTA ÁS AULAS
Em reunião na manhã deste dia 14/07/2011 o corpo docente da escola em sua maioria resolveu por voltar ás aulas segunda-feira dia 18/07/2011,portanto pedimos a todos os alunos que retornem ás aulas nesta segunda-feira.
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